"Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?" (Lucas, 43)
 
       
 
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31/01/2015
Mentiras de um "pastor"
Resposta ao falso documentário "O Estado do Vaticano"
 

Desde o começo a única Igreja de Jesus tem sido sempre caluniada por falsos pastores e estudiosos a serviço do inferno, que têm feito de tudo para destruí-la. Estes escritos têm levado milhares de pessoas a abandonar nossa Igreja, achando mesmo que ela é feita de escândalos. Assim, quando surge um texto como este que segue, onde o autor Católico, através de exaustiva pesquisa desmente os ataques de um falso pastor, precisamos divulgar isso, porque se não defendermos nossa Igreja, os seguidores de satanás é que não o farão. Sim, nós tivemos antipapas e também papas imorais, mas isso a Igreja corrigiu, na forma da lei divina. Se não tivesse feito isso, não teria certamente 2 mil anos de idade.

 Tentativas de destruir a Igreja

                                                                                                  ("Memos"  no facebook  - ilustração nossa)

RESPOSTA AO FALSO DOCUMENTÁRIO "O ESTADO DO VATICANO"
Autor: Fernando Nascimento

Jesus ensinou que o diabo é o pai da mentira. Logo quem se vale da MENTIRA para justificar sua “fé”, é cúmplice do diabo (Jo 8,44). Só a verdade liberta e a Igreja é coluna e firmeza da verdade (1Timóteo 3,15). (o uso da bíblia protestante nesta refutação será intencional, por dirigir-se aos protestantes). Boa leitura!
 

RESPOSTA 18 – “AS IMORALIDADES DOS PAPAS”
Neste capítulo o embusteiro se desmancha em calúnias gratuitas contra os Papas, o Celibato e a Igreja. Dizia: “O testemunho da história não favorece a Igreja e muitos papas. Devido à adoção do celibato, os escândalos sempre acompanharam o sistema religioso que criaram.” – RESPOSTA: é exatamente os testemunhos da história e das Sagradas Escrituras que favorecem a Igreja e os papas contra as lendas protestantes. A Igreja não criou “sistema religioso”, mas, o próprio Cristo celibatário (Mt 19,10-12). Fica evidenciado que a campanha do embusteiro é contra o celibato que ele abriu mão, daí ferozmente atacar a intenção de Deus nas cartas de S. Paulo, que foi claro: “ E bem quisera eu, que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; – mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher.” (1Cor 7, 32-34), confirme ainda em: (Mt 19, 29), (Ap 14,4-5).

São Paulo deixa claro, que quem casa faz bem e quem não casa faz melhor (1Cor 7, 8-40). Alguns protestantes, cegos pelo livre exame da bíblia, pegam um versículo isolado, que é (1Tim 3, 2) onde o celibatário S. Paulo escreve ao celibatário Timóteo, orientando que (naquela comunidade cheia de casados e bígamos), escolha então homem casado com UMA mulher, para bispo. Tomam isso como mandamento, e até, em (1Tim 3), criminosamente enfiaram um título nas suas bíblias que diz: “Os deveres dos bispos e dos diáconos”. Não percebem que quando S. Paulo, escreve à Igreja acerca do casamento, esclarece: “Digo isso como que por permissão e não como mandamento. Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo (celibatário); mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu” (1Cor 7,6-8). Pois, “o solteiro cuida das coisas do Senhor” e lhe agrada (1Cor 7, 32-34).

- Tentava o embusteiro, denegrir a imagem da Igreja, dizendo que a causa principal de escândalos é o Celibato (eles sempre alegam isso para dizer que são melhores do que Cristo e seus discípulos (Ap 14,4-5)). Jesus Cristo já previa: “É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem eles vem! (Lc 17,1). Os próprios acontecimentos atestam, que se fosse o celibato o problema, os escândalos deveriam se restringir somente a Igreja Católica, nunca chegaria as seitas protestantes. No entanto, no Texas, Estados Unidos, as igrejas evangélicas luteranas já foram condenadas a pagar a multa Record de 69 MILHÕES DE DÓLARES por abusos sexuais promovidos por seus “PASTORES” CASADOS. Entre todos, o Reverendo
 Gerald Patrick Thomas foi condenado à pena de 397 anos de cadeia. (Jornal do Commércio 24/05/2004). Pesquisa entre os “pastores” destaca: 64 por cento dos “pastores evangélicos” têm problemas com vício sexual, inclusive pornografia e outras atividades sexuais secretas e 25% confessaram-se adúlteros depois de casados. (Patrick Means, em seu livro Men’s Secret Wars). A pesquisa está no site “ evangélico” http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=853

Em seus insultos, ele maliciosamente tentou passar ANTIPAPA por PAPA. Os ANTIPAPAS eram sujeitos inescrupulosos e usurpadores, apoiados por maus imperadores ou reis, que mesmo sabendo que havia um Papa verdadeiro em Roma, elegiam ANTIPAPAS paralelamente em outros países, como exemplo a França e Alemanha. Estes ANTIPAPAS sim, cometeram algumas imoralidades de si mesmo, que os protestantes convenientemente tentam atribuir aos legítimos Papas da Igreja. Mas, isto só depões contra o protestantismo, que com suas velhacarias, fomenta a confusão para rapinar na ignorância. Dica: Antipapa, pontífice eleito em oposição a um outro eleito de forma canônica. (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99).

Muito bem, explicada a verdadeira má intenção deste “orientador espiritual protestante”, desmantelemos agora tim-tim por tim-tim, cada calúnia que ele escreveu contra os Papas abaixo. Usaremos a Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99, e todos os documentos históricos necessários, devidamente citando-os, para desmascará-lo:

MENTIRA DO “PASTOR”: ”O papa João XI era filho ilegítimo de Marózia, amante do papa Sergio III, ano 941. – O papa João XII, ano 955, violava virgens, viúvas e conviveu com a amante de seu pai: fez do palácio papal um bordel, e, foi morto num ato de adultério, pelo marido da mulher que violava”.

VERDADE DOCUMENTAL: O Papa João XI foi filho LEGÍTIMO de Marózia e Albérico I, conde de Túsculo. Marózia jamais teria sido “amante” do “Papa Sérgio III ano 941”, pois no ano 911, 30 anos antes, ele já havia falecido. O Papa João XII, ano 955, jamais foi esse monstro que o herege “pastor” pinta. Nenhum registro oficial da história acusa que ele se envolveu em orgias com alguém, tenha feito do palácio Papal “bordel” ou que em adultério tenha sido morto. Quando na verdade, foi sucedido por Leão VIII num sínodo manipulado por Oto I, rei da Alemanha. João XII conseguiu depor Leão VIII, e falece. Dificilmente poderia merecer as calúnias vazias protestantes. Nas difíceis circunstâncias de seu pontificado, ele até que foi um bom Papa, apesar de jovem e centralizador. Hoje se sabe que as calúnias contra estes Papas vieram do cronista Liutprando, inimigo da família de Marózia, sedento por difamar o Papado por conter um membro da família desta. (ver Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99./ Enciclopédia wikipédia).

MENTIRA DO “PASTOR”: ”O Papa João XXIII ano 1410, (não confundir com o João XXIII mais recente), foi o pior deles! Mulheres casadas foram alvo de seus galanteios; mais de 200 freiras e donzelas foram violadas por esse papa!”

VERDADE DOCUMENTAL: O “João XXIII”, ano 1410, não era Papa e sim um ANTIPAPA (sujeito que dizia ser “Papa” sem ser), este era mesmo um salafrário, mentiroso, enganador, ambicioso, trapaceiro, ladrão e assassino. Mas que fique claro, não era Papa. Baltazar Cossa foi um antipapa, um falso pretendente ao trono de Pedro, que teve de abdicar. Graças ao bom Deus, porém mais tarde, ele converteu-se e abandonou sua pretensão papal. Mas é tão mentiroso quanto ele era, o “pastor” que escreveu em seu artigo fantasioso, que ele “violentou mais de 200 freiras e donzelas”. – PURO EMBUSTE! O legítimo e verdadeiro Papa desta época, 1406-1415, em Roma, era Gregório XII (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99.) É numa dessa que os protestantes caem nos bolsos de seus “pastores”.

MENTIRA DO “PASTOR”: ”Pio II, ano 1458, além de sedutor foi corrupto, ensinava os jovens a praticar atos obscenos. Logo depois surgiu o papa Inocêncio VIII, ano 1484-92, que teve16 filhos com mulheres casadas!”

VERDADE DOCUMENTAL: Pio II, nunca foi “sedutor”, “corrupto”, nem “ensinava os jovens a praticar atos obscenos”, Pura invenção protestante. Já dizia Jesus: “a boca fala do que lhe transborda do coração” (Mateus 12, 34). Deveriam ler a biografia do mulherengo e beberrão Lutero (F. X. Feller, Lyon e Paris, 1867, volume 5, p. 410. (N.A.)), e sobre as obscenidades dos luteranos na invasão armada à Roma (Maurice Andreux). Voltemos ao assunto: assim descreve a Enciclopédia Microsoft Encarta: [Pio II, papa italiano (1458-1464) conhecido como erudito e escritor humanista. Sua primeira realização como pontífice foi organizar uma “cruzada” contra os turcos, que em 1453 tinham invadido Constantinopla e ameaçavam a Europa com novas conquistas]. O resto é fantasia da Disneylândia protestante. Já o Papa Inocêncio VIII (1484-92), foi Papa em uma época muito difícil para a Igreja: o Renascimento. Nesta época a sociedade perdeu o respeito pelo sagrado. O humanismo agora era o que regia a forma de vida das pessoas. O pecado deixara de ser uma coisa feia, não escandalizava mais ninguém. Muito parecido com nossos dias. É verdade que este Papa não cuidara muito da vida pessoal, tinha amantes e filhos, mas não de “mulheres casadas”. Apesar de seu desvio pessoal, foi um regular Papa, nunca pregou o seu desvio nem o estendeu a Igreja, preservando a infalibilidade. Deus sempre escreverá certo por linhas tortas. Nenhum protestante poderá julgá-lo, pois dizia o mulherengo Lutero, pai dos protestantes: “Não é proibido ter o homem mais de uma mulher. Hoje eu não poderia proibir isto,” (Erlangen vol. 33 – pág. 324). O que é um erro. (consulta: http://www.veritatis.com.br – Rondinelly Ribeiro).

MENTIRA DO “PASTOR”: ”O papa mais devasso foi Alexandre VI 1492-1503, teve filhos legítimos e foi amante da sua própria filha Lucrécia Bórgia; também foi amante da irmã de um Cardeal, que se tornou o papa seguinte, Pio III, ano 1503”.

VERDADE DOCUMENTAL: O Papa Alexandre VI, 1492-1503, Saneou as finanças papais, recuperou os territórios dos Estados Pontifícios e esforçou-se pela união da cristandade contra os turcos. Publicou as Bulas alexandrinas que, através de uma linha imaginária, dividiu o Novo Mundo entre Espanha e Portugal. Seus vícios, consistiam em favorecer parentes e ter tido um romance secreto que manteve desde antes de seu mandato, com a nobre dama romana Vanozza de Cataneis, donde resultaram quatro filhos, reconhecidos sim por ele. Seus filhos mais notáveis eram Lucrécia Bórgia e César Borgia. Que fique claro, esses filhos, ele teve antes de ser Papa. A lenda de que ele teria sido “amante de sua filha” e da “irmã de um Cardeal” não procede. Para azar do “pastor”, o citado Papa Pio III, morreu no ano que assumiria (1503), sem nunca ter precisado da fantasiosa “irmã” que o “pastor” inventou. As calúnias que ele lançou contra a respeitável Lucrécia Bórgia é baseada em mentiras da época, inventadas por parentes seus invejosos. Assim confirma-se na Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99., que transcrevo a seguir: <>. O outro notável era <> Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99. – Para confirmar que tais filhos nasceram antes de seu mandato, veja a data de nascimento deles (1476 e 1480) (os dois últimos) e a data que o Papa assumiu o pontificado (1492)}. – “Ninguém há de querer isentá-lo de suas faltas em sua vida pessoal e em família, mas é justo reconhecer que nenhum erro contra a fé se encontra em seus escritos”. (Historiador Carlos Castiglioni, Doutor da Biblioteca Ambrosiana, em sua obra “Historia de los Papas”, (ob. cit., p. 1750).

MENTIRA DO “PASTOR”: ”Quem for visitar o Vaticano hoje em dia, poderá dar uma olhada nos aposentos do Papa Alexandre VI em exposição, uma raridade! – Horresco reférens!…”

VERDADE DOCUMENTAL: Nada de “Horresco reférens”, como calunia o embusteiro “pastor”, que precisa ir urgente ao Vaticano. Nos apartamentos do Papa Alexandre VI, encontra-se apenas uma Coleção de Arte Religiosa Moderna, reunida pelo Papa Paulo VI. Caso o leitor queira conferir, basta folhear o guia turístico Descubra Toda Itália, C. Mallet, Pág. 92.

MENTIRA DO “PASTOR”: ”O papa Leão X, anos 1518-21 era rico. Comprou sua posição na igreja! Com apenas 8 anos de idade já era Arcebispo e aos 13 Cardeal. Manteve uma corte licenciosa e com seus Cardeais praticava “Passatempos voluptuosos” em deslumbrantes palácios! – Foi esse papa que Lutero enfrentou!”

VERDADE DOCUMENTAL: É pura lenda protestante, que tenha o Papa “comprado posição” e aos “oito anos” tenha sido “Arcebispo” virando “Cardeal aos 13”, “praticando passatempos voluptuosos”, como alega o fantasioso “pastor”, que desmascaramos. Leão X, nascido Giovanni di Lorenzo de’ Medici em 1475, foi Papa da Igreja Católica entre 1513-1521. Era filho de Lourenço de Médici e nasceu em Florença. Desde cedo dedicado a Igreja, Giovanni estudou teologia e direito canônico e foi eleito Cardeal em 1492, tomando residência em Roma, durante o pontificado do Papa Alexandre VI (Rodrigo Bórgia), um inimigo da sua família (que jamais “venderia-lhe” cargo). Giovanni viajou pela Europa e procurou passar despercebido na política do Vaticano, até ser eleito Papa aos 38 anos. Como Leão X conseguiu evitar a invasão da Itália pela França. Foi derrotado em 1515 pelo imperador Francisco I. Em 1516, estabeleceu relações do papado com a França, após um acordo que garantia a independência da cúpula da Igreja em relação ao estado francês. Transformou Roma em importante centro cultural, expandindo o poder da Igreja na Europa. Condenou as doutrinas luteranas e excomungou o amotinado monge Lutero, aquele que chamava Cristo de “adultero”. (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99/ Enc. Wickpédia/ Tischreden nº 1472, vol. II, pág. 107). Os protestantes blefam quando caluniam que a cobrança de indulgência era norma deste Papa, PURA LENDA! Veja o que diz Lutero em sua tese Nº 51. “Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro”. Cai a farsa protestante.

MENTIRA DO “PASTOR”: “Bispo de Orleans, referindo-se aos papas João II, Leão VIII e Bonifácio VII, chamou-os de “Monstros cheirando imundícias.””

VERDADE DOCUMENTAL: O Bispo de Orleans, certamente referiu-se aos ANTIPAPAS: João XXIII, Leão VIII e Bonifácio VII, (sujeitos que se diziam “Papas” sem serem) João XXIII e Bonifácio VII eram antipapas, já Leão VIII, (legalizado depois), havia sido empossado arbitrariamente pelo rei Oto I da Alemanha, quando o Papa legítimo da Igreja era João XII (955-964). O embusteiro “pastor” maliciosamente no texto, trocou a palavra “Antipapa” por “Papa” e “o justo e longínquo Papa João II pelo antipapa João XXIII. Estamos de olho! (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99. [ver lista de antipapas).

MENTIRA DO “PASTOR”: ”Papa Marcelo II, ano 1555, registrou em sua biografia: "Não sei como um papa poderá escapar do inferno!"”

VERDADE DOCUMENTAL: Papa Marcelo II, ano 1555, NUNCA “registrou” NENHUMA “biografia”, faleceu 22 dias após sua eleição. Paulo IV, foi eleito no mesmo ano 1555 e pontificou até 1559. Se o espírita “pastor” acredita que os mortos fazem biografias, é um problema sério para este “espírita evangélico”. (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99).

MENTIRA DO “PASTOR”: “Santo Ulrico, bispo de Augsburgo, contou que o papa Gregório VII, anos 1703-85, ordenara que se esvaziasse um aquário num convento de Monjas em Roma e encontraram 6.000 esqueletos de bebês! Diante desse horror, esse papa aboliu o Celibato, mas seus sucessores restabeleceram-no. – Noutro convento em Niuberg, Áustria, desenterraram 20 potes de barro com esqueletos de recém-nascidos!”

VERDADE DOCUMENTAL: Desmascaremos então, mais esta falcatrua de Lutero, com o transcrito do livro: Martin Luther, His life & work, Grisar, Hartmann, S.J., The Newman Press, 1960 pág. 177. Diz o precioso livro: << “Lutero era inventivo na promoção de sua causa. Em sua avidez de lucrar o que parecesse servir aos seus fins, Lutero ao final de 1520 fez uso de uma notória fábula atribuída ao bispo Ulrich de Augsburg, publicando-a [a fábula] em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o santo bispo é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teria sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada”.>> Como ‘filho de diabo, diabinho é’, o “pastor” achou pouco e forjou a nova lenda dos 20 potes com esqueletos de recém-nascidos. – Após as macabras calúnias, dizia o velhaco: “diante desse horror, esse papa (Gregório VII) aboliu o Celibato”. –Resposta: ESTÚPIDA CALÚNIA!!! O papa Gregório VII foi um dos maiores pregadores do celibato, senão o maior depois de Cristo (Mt 19,12), e São Paulo (1Cor 7,32-34). Transcrevo a seguir, o que diz sobre este Papa, a Enciclopédia Microsoft Encarta 99: << Suas medidas para PROMOVER O CELIBATO DO CLERO fizeram com que fosse deposto por Henrique IV, imperador da Alemanha, na dieta de Worms. O Papa, então, excomungou o imperador, iniciando, assim, a Questão das Investiduras. Henrique IV conseguiu entrar em Roma com seu exército mas o povo voltou-se contra ele, obrigando-o a deixar a cidade.>> Veja só do que é capaz um “pastor” para manter sua “fezinha” patrocinada pelo pai da mentira.

MENTIRA DO “PASTOR”: ”Pio IV redigiu uma bula pedindo que todas “as mulheres violadas pelos padres apresentassem acusação; os casos foram tantos ‘só em Sevilla, Espanha, que suspenderam os processos! (Conv. de Mesa nr. DCCLXII e CHINIQUI, ex-padre)”.

VERDADE DOCUMENTAL: Isso é um absurdo que clama aos céus, pela exploração da burrice universal. Esta é mais uma acusação vazia sem fundamento. A campanha do herege concentra-se em atacar o celibato pregado por S. Paulo (1Cor 7, 32-34), com fantasias imaginárias nunca registradas pela história universal. Pio IV nunca “redigiu” tal bula que nem nome tem. O desonesto ex-padre Chiniguy, que ele cita como fonte, foi expulso por má conduta, correndo para o protestantismo, de lá também foi expulso por desviar ilicitamente os fundos financeiros (Revista Perg. e Resp. Nº 412 – Setembro de 1996). Enquanto isso, só no Texas, Estados Unidos, a igreja evangélica luterana foi condenada a pagar a multa Record de 69 Milhões de dólares por abusos sexuais, o Reverendo Gerald Patrick Thomas foi condenado a pena de 397 anos de cadeia, pelos abusos cometidos entre 1997 e 2001. ( http://www.radiovaticana.org/portuguese/brasarchi/2004/RV17_2004/04_17_34.htm ), (Jornal do Commércio 24/05/04).

Patrick Means, em seu livro Men’s Secret Wars (As Guerras Secretas dos Homens), numa pesquisa entre os “evangélicos” destaca: 64 por cento dos “pastores evangélicos” e leigos têm problemas com vício sexual, inclusive pornografia e outras atividades sexuais secretas. Especificamente, 25 por cento confessaram ter cometido adultério depois de casados e depois de se tornarem “evangélicos”.( http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=853 .

MENTIRA DO “PASTOR”: ”Presentemente a Vaticano reembolsa despesas com pílulas anticoncepcionais de seus funcionários! (Estado de São Paulo, 23-3-83)”

VERDADE DOCUMENTAL: Essa é mais uma calúnia gratuita enviada para a seção opinião de um jornal diário, para citar o seu nome mais tarde, com intenção de dar credibilidade ao engodo protestante. O Vaticano é terminantemente contra qualquer método contraceptivo e a favor da vida. Não “reembolsa despesas” e nenhum centavo dos salários dos seus funcionários. (Fantástico/Rede Globo 24-04-2005). Usou ele o velho golpe da seção opinião do jornal diário. E quando não tinha mais calúnias gratuitas contra os Papas, resolveu apelar para a ficção dizendo: “Nenhuma Igreja Evangélica qualificou a corrupção no Catolicismo em linguagem tão dura, como fizeram ilustres e iminentes (sic) Católicos” . – E blefava o embusteiro “pastor”, misturando suas ficções com outras:

MENTIRA DO “PASTOR”: “SÃO BERNARDO, doutor da igreja e canonizado, escreveu que em seus dias “O contágio pútrido havia se estendido pelo corpo da igreja; o mal era interno e não podia ser curado!” (Roma, a Igreja e o Anticristo, pág. 179).”

VERDADE DOCUMENTAL: Pura distorção do livro herético do Sr. Ernesto. Todas as vezes que São Bernardo mencionou tal ira, foi referindo-se aos ANTIPAPAS de seus dias, mas ele mesmo os venceu e “CUROU” a Igreja. A fonte atéia citada pelo “pastor” deturpou as coisas e convenientemente não mostrou o final que mostramos agora. São Bernardo ferrenho amante da Igreja jamais dirigiria tal heresia contra a Igreja ou ao Papa. Eis o que narra sua biografia: <<[“A missão pública de São Bernardo quase não teve similar na História (...) Percorreu então a Europa, conquistando reis e reinos para a justa causa. Foi a alma dos Concílios de Latrão, de Troyes e de Reims, convocados pelo Papa para tratar dos negócios da Igreja. Opôs-se ao Imperador alemão Lotário II que, aproveitando-se do cisma, queria receber as investiduras das igrejas. Bernardo não só o fez disso desistir, mas também o convenceu a reconhecer o Papa verdadeiro. Estava na Itália quando a morte repentina do antipapa Anacleto fez cessar o cisma, que havia durado sete anos. Elegeram um outro sucessor antipapa, mas Bernardo o convenceu da iliceidade dessa eleição, do risco de sua eterna salvação, e o levou arrependido aos pés do verdadeiro Papa. Com isso terminou o cisma.”]>> Obra consultada: Les Petits Bollandistes, Vies des Saints, Bloud et Barral, Libraires-Éditeurs, Paris, 1882, tomo X, pp. 50 e ss. – Como é doce desmascarar os embusteiros.

MENTIRA DO “PASTOR”: ”PETRARCA, poeta da renascença, anos 1340-74, escreveu coisa semelhante na sua Epístola nr. XII: ‘Igreja de Roma, Babilônia infernal que impestia o mundo inteiro; cárcere indecente…onde nada é sagrado, nenhum temor de Deus, habitação de gente que tem peitos de ferro, ânimo de pedra e vísceras de fogo!!!’”

VERDADE DOCUMENTAL: O católico Petrarca NÃO nasceu em 1340 e sim em 1304; Nunca foi poeta da “renascença”, faleceu muito antes; NUNCA dirigiu ofensas a Igreja de Roma que ele tanto amava, e sim a Avignon, França. Corrija seu fantasioso e deturpado texto, embusteiro “pastor”. Quando o papado esteve na França, houve um movimento apaixonado para o rápido retorno. << Deste movimento – ensina a Professora Veridiana Aderaldo Skocic (UERJ) – tomou parte Petrarca, o qual escrevera duas epístolas ao papa Benedito XII. Duas outras correspondências foram enviadas, respectivamente, em 1342 a Clemente VI e em 1366 a Urbano V. Uma das idéias recorrentes nestes escritos era, exatamente, o retorno do papado para Roma, cidade que, segundo o poeta, deveria abrigar os representantes dos dois poderes: o espiritual e o temporal, uma vez que Petrarca vislumbrava o retorno dos princípios do Império Romano. É interessante observar, que não obstante a posição extremamente radical de Petrarca perante a Igreja de Avignon, a sua relação com a cúria fora muito boa. Com efeito, bispos, arcebispos e cardeais dentre os quais Egidio de Albornoz, Guido de Bologne e Bertrando du Poyet sempre demonstraram uma enorme estima e respeito pelo poeta. Se Petrarca, então, era admirado e respeitado pela Igreja de seu tempo, como explicar o comportamento do poeta? Vimos nas inventivas petrarquescas o desabafo do italiano que não quer a influência francesa no governo da Igreja (…) muito provável é que por trás de seus ferozes desabafos se encontrem a paixão política e a aversão à França (…) o poeta acreditava ser fundamental o retorno da sede papal à Roma.>> (Fonte: http://www.filologia.org.br/viiicnlf/anais/caderno04-11.html). Puro ciúme do artista, distorcido em proveito pelo “pastor”.

MENTIRA DO “PASTOR”: “DANTE na “Divina Comédia”, supôs uma voz do céu lamentando a situação da Igreja Católica que dizia: “Oh! Nave minha, que carga ruim tu levas!”

VERDADE DOCUMENTAL: A ridícula frase acima do “pastor” não consta em toda a obra de Dante. Dante escreveu A Divina Comédia, uma ficção que constitui uma narrativa alegórica em verso, da imaginária viagem do poeta através do inferno, do purgatório e do paraíso. Dante embora acreditasse no purgatório, comete um erro crasso de julgar que o purgatório é um lugar de tormento quando não é, é a passagem de purificação para o paraíso. Quando Dante faz alguma crítica a Igreja é por sua diplomacia natural com o estado, de quem ele não era admirador. Quando o “pastor” for ler a obra um dia, recomendo que se detenha no Canto IX, onde o anjo guardião do purgatório é visto como representante da Igreja Católica. Seria o sacerdote (ou confessor) ideal, de acordo com D. Sayers. “Ele porta a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, e possui as chaves para o Reino de Deus, que foram dados a Pedro como a autoridade da Igreja para libertar ou não das amarras do pecado”. Lugar propício para a alma de “pastores” enganadores que pregam o contrário disso tudo e ainda inventam lorotas para justificar suas religiõeszinhas particulares. (http://www.stelle.com.br/pt/index_estudos.html). Interessante também para o “pastor”, é a parte do inferno no Canto XXVIII, destinado aos que promovem REBELIÃO e DIVISÕES como Lutero, que aparecem sendo continuamente golpeados pela espada de um demônio. Esse é o resumo da FICTÍCIA Obra de Dante, que nada tem a ver com a história da Igreja, para ser citada aqui pelo embusteiro “pastor”. (Enciclopédia Microsoft Encarta 99 e obra citada ) Dizia o apologista católico, Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”. Fim desta imoralidade protestante. FONTE: http://caiafarsa.wordpress.com/o-estado-do-vaticano/

"Esta Igreja, peregrina na terra, é necessária à salvação. De fato, só Cristo é mediador e caminho de salvação. Ora, Ele torna-Se-nos presente no seu Corpo, que é a Igreja. Ao afirmar-nos expressamente a necessidade da fé e do Batismo, Cristo confirma-nos, ao mesmo tempo, a necessidade da própria Igreja, na qual os homens entram pela porta do Batismo. É por isso que não se podem salvar aqueles que, não ignorando que Deus, por Jesus Cristo, fundou a Igreja Católica como necessária, se recusam a entrar nela ou a nela perseverar.” (Catecismo da Igreja Católica, n. 846)

“Esta Igreja, peregrina na terra, é necessária à salvação. De fato, só Cristo é mediador e caminho de salvação. Ora, Ele torna-Se-nos presente no seu Corpo, que é a Igreja. Ao afirmar-nos expressamente a necessidade da fé e do Batismo, Cristo confirma-nos, ao mesmo tempo, a necessidade da própria Igreja, na qual os homens entram pela porta do Batismo. É por isso que não se podem salvar aqueles que, não ignorando que Deus, por Jesus Cristo, fundou a Igreja Católica como necessária, se recusam a entrar nela ou a nela perseverar.” (Catecismo da Igreja Católica, n. 846)

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Fontes: "Recados do Aarão" | "Caifarsa"

    placa de protestante

Igreja indestrutível  Quem saiu da Igreja

 

("Memos"  no facebook)

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Artigo Visto: 1432 - Impresso: 143 - Enviado: 13

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